O preço abaixo do valor de mercado é o principal atrativo para compradores em leilões de imóveis. No entanto, o Dr. Igor Lopes Assunção alerta em entrevista ao portal TV7 que a diferença nominal nem sempre reflete a economia real obtida.
A matéria aborda o caso de um imóvel rural em Ipuíuna (MG) com benfeitorias não averbadas e pendências de divisa que ficaram sob responsabilidade do comprador. O especialista reforça que a “economia real” exige o cálculo de todos os custos da operação. Isso engloba despesas com leiloeiro, impostos, registro, desocupação e regularização registral.
Esse cuidado deve ser redobrado nos segundos leilões, onde descontos expressivos podem camuflar a necessidade de retificação de matrícula e levantamentos técnicos dispendiosos. Por fim, o Dr. Igor defende a realização de uma due diligence completa sobre o edital e a matrícula antes do envio de qualquer lance.
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